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27/05/2012

Botafogo vence o Coritiba e lidera o Brasileiro

O Botafogo não começou com vida fácil no Couto Pereira. Em golpe de sorte, o Coritiba abriu o placar logo aos 30 segundos, quando o chute de Lincoln desviou em Doria e deslocou Renan. O gol deixaria o time carioca em situação desconfortável na casa do adversário. Mas não por muito tempo. Rapidamente, o Botafogo se restabeleceu e passou a ameaçar o gol de Vanderlei. Minutos depois do gol sofrido, Lucas arriscou de fora e acertou no travessão do goleiro alviverde. No rebote, Vitor Junior tentou uma bicicleta, mas a zaga interceptou o arremate em cima da hora. A tarde era dos laterais do time da estrela solitária.

Depois da bomba de fora da área, Lucas teve outra grande chance. E dessa vez não desperdiçou. Após tabelar com Herrera pela direita, o camisa 2 recebeu em boa posição dentro da área e encheu o pé para superar o goleiro paranaense e empatar o placar. Seis minutos depois, seria a vez de Márcio Azevedo aparecer bem, só que pela esquerda. O camisa 6 recebeu de Vitor Junior, invadiu a área e chutou cruzado para Vanderlei defender, mas no rebote, a bola voltou para Vitor Junior, que não perdoou. A bela virada no primeiro tempo não garantiria tranquilidade para o Botafogo na etapa complementar. Logo no começo, Lucas Mendes empatou para o Coritiba e deu novas cores ao confronto.

Pouco depois, Vitor Junior deu a resposta do time carioca. Na base da raça, o meia mostrou habilidade pela direita e centrou para Fellype Gabriel. O camisa 10 chegou batendo, mas parou na bela defesa de Vanderlei. Com o marcador empatado, o equilíbrio passou a ser mais disputado. Enquanto o Coritiba tentava avançar com mais vigor, o Botafogo apostava na velocidade de seu contragolpe para surpreender o adversário. Equilíbrio que persistiu até os 40 minutos, quando a estrela de Lucas brilhou novamente no Couto Pereira. Em contragolpe rápido, o lateral-direito recebeu novamente de Herrera, marcou pela segunda vez na partida e colocou o Botafogo na frente no marcador que o time carioca soube segurar o resultado do jogo até o apito final e manter a liderança do brasileiro após duas rodadas.

Atlético-MG derrota o Corinthians no Independência

No primeiro tempo, o jogo foi bastante truncado, com poucas oportunidades de gol para ambos os lados. Na primeira tentativa do time mineiro, André arriscou de fora da área e a bola desviou no zagueiro. No ataque seguinte, André escorou de cabeça e Mancini finalizou à direita do gol. Depois foi a vez de Bernard concluir para fora. Logo na sequência, Giovanni fez grande defesa na conclusão de Willian. Já nos acréscimos, o Atlético-MG levou perigo no cruzamento de Bernard, mas a primeira etapa terminou sem gols. O técnico Cuca promoveu duas alterações no intervalo, substituindo Dudu Cearense e Mancini por Escudero e Júnior César, respectivamente.

Na primeira chance, Danilinho sofreu falta pela direita, Escudero levantou a bola na área e a defesa paulista conseguiu fazer o corte. Em seguida, Rafael Marques fez desarme providencial na pequena área. Mas aí surgiu o grito de gol que explodiu no estádio Independência quando Réver cruzou e, de cabeça, Danilinho encobriu o goleiro Cássio marcardo 1 x 0. O segundo gol quase veio pouco depois em lance de contra-ataque, mas o passe de André para Danilinho saiu com muita força. Após jogada entre Danilinho e Bernard, André empurrou a bola para o gol, mas a arbitragem assinalou impedimento. Em seguida, Bernard cobrou escanteio pela esquerda e Réver cabeceou por cima do gol de Cássio.

O time mineiro teve outra boa oportunidade na finalização de André, que recebeu passe de Escudero e chutou para fora. Marcos Rocha e Danilinho ofereceram perigo em cruzamentos pela direita, cortados pela zaga corintiana. Em jogada Fábio Santos recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso, o mesmo aconteceu com André instantes depois. O Atlético quase ampliou com Marcos Rocha, que recebeu bom passe de Bernard e finalizou em cima do zagueiro. A equipe mineira jogou com muita raça nos minutos finais e assegurou o placar de apenas um gol e garantiu a sua segunda vitória no brasileiro.

Fonte- Site oficial do Atlético-MG

São Paulo vence com um único gol o Bahia no Morumbi

Com quase o time inteiro de desfalques, o técnico Emerson Leão promoveu a entrada de Rafinha no ataque. O garoto, que fez dupla com Luis Fabiano, fez o primeiro jogo como titular do São Paulo. E a primeira chance do time paulista na partida saiu dos pés da dupla. Rafinha arrancou e tocou para Luis Fabiano, que arriscou um bom chute de fora da área. Chance que Maicon também teve. O camisa 18 tocou com categoria e obrigou Marcelo Lomba a fazer grande defesa. Mas, aos 17 minutos, Rafinha tocou para Maicon, que livre, perdeu grande oportunidade. Mesmo desfalcado, o São Paulo foi melhor que o time baiano no primeiro tempo.

O goleiro Denis pouco trabalhou na etapa inicial. O zagueiro Edson Silva foi seguro ao lado de Paulo Miranda (Rhodolfo, com dores musculares, foi desfalque de última hora para Emerson Leão). Na volta do intervalo, Emerson Leão fez as primeiras mudanças e deixou o time paulista mais ofensivo. Osvaldo e Fernandinho entraram nas vagas de Rafinha e Maicon. Com isso, o São Paulo passou a atuar com três atacantes e três homens no meio de campo. Em busca da primeira vitória no Brasileiro deste ano, o São Paulo foi para cima e teve boas chances com Fernadinho e Cícero. Como na jogada onde a bola caiu nos pés de Luis Fabiano, onde o jogador não costuma decepcionar.

Após jogada de Piris e Osvaldo pela direita, o camisa 9 pegou o rebote e abriu o placar no Morumbi. Luis Fabiano ainda daria muito trabalho aos zagueiros do Bahia. Além dele, o meia Jadson, que fez gol nas duas últimas partidas, teve ótima atuação no Morumbi, armando a equipe paulista. Aos 34 minutos, Rodrigo Caio entrou no lugar de Piris. Boa atuação defensiva também de Paulo Miranda, que talvez tenha feito a melhor partida desde que chegou ao clube. No final, Osvaldo ainda acertou a trave e quase marcou o segundo gol, mas o São Paulo com um gol garantiu mais uma vitória do time paulista no brasileiro na luta pela liderança do torneio.

Fonte- Site oficial do São Paulo

Dario Franchitti vence as 500 milhas de Indianápolis pela terceira vez

A largada manteve Ryan Briscoe na frente só por uma volta, porque James Hinchcliffe, segundo no grid, tomou do rival da Penske a liderança. Mas como a aerodinâmica dos carros novos é fortíssima na formação do vácuo, a troca foi refeita na segunda passagem e então desfeita, e refeita novamente. Mais atrás, Tony Kanaan escalava o pelotão rapidamente e já era quinto na volta cinco, trazendo Helio Castroneves na sequência. Mais atrás, as Lotus com dez giros, Simona de Silvestro e o ex-piloto da F-1 Jean Alesi já tomavam 30 segundos dos ponteiros. Não à toa, a direção de prova aplicou-lhes a prevista bandeira preta por extrema lentidão pela falta de potência dos motores coproduzidos pela Judd.

A primeira bandeira amarela veio na volta 14, também em situação não tão difícil de prever com o novato Bryan Clauson, que havia batido nos treinos, rodou na curva dois e deu um leve toque no muro, suficiente para sair da corrida. Os demais 30 pilotos aproveitaram para ir aos pits, onde Dario Franchitti teve um problema, rodando depois de deixar sua posição nos boxes. Hinchcliffe, que vinha em terceiro em pista, voltou a ponta. Mas o canadense da equipe Andretti perdeu tempo na relargada, que foi confusa, e acabou perdendo posições, e foi superado por Briscoe e Marco Andretti. O filho de Michael passou ao comando da prova a tira-colo.

Enquanto isso, Oriol Servià foi para os boxes para trocar um pneu furado por ter acertado uma garrafa de cerveja. Com um ritmo de corrida, Marco foi abrindo uma diferença para os rivais que chegou a quatro segundos até a segunda rodada de boxes. Scott Dixon e Takuma Sato iniciaram uma aproximação sobre Briscoe e Hinchcliffe. E seguiu até a volta 80, quando Mike Conway perdeu o controle na curva um e bateu. Will Power, que o seguia, não conseguiu desviar e atingiu o carro da Foyt, que subiu a 90º raspando o muro na região da cabeça do piloto. Uma roda solta do carro de Power por pouco atingiu seu companheiro Castroneves.

O líder do campeonato abandonou a corrida. O mesmo ocorreu com o inglês. Com isso, Andretti aparecia à frente das duas Ganassi de Dixon e Franchitti. A bandeira verde voltou à cena na volta 88, mas durou pouco com Bia Figueiredo rodando e deu um toque de leve com a traseira do carro também na curva um. A piloto da Andretti foi empurrada e voltou à prova, As estratégias começaram a se diferenciar. As Ganassi não foram aos boxes e o resto, sim. Lá pela volta 120 é que a dupla Dixon/Franchitti teve de ir aos pits, permitindo que Barrichello tivesse o gosto doce de liderar, por uma volta, a Indy 500. Quando as coisas se assentaram na pista, o impressionante Sato surgiu em primeiro e seguiu comandando as ações quando uma nova amarela voltou a aparecer por Sebastian Saavedra parou na curva dois, por falta de combustível.

Franchitti pulou para primeiro logo a corrida retomou seu ritmo, na volta 153, trazendo consigo o companheiro Dixon. Scott comboiou até a 160, volta em que passou Dario, e os dois iniciaram um revezamento de posições. Sato, a pedido da equipe Rahal Letterman, só ficava à espreita, logo à frente de Justin Wilson e Hinchcliffe. Então veio mais uma bandeira amarela, com o carro de Josef Newgarden parado na grama da reta oposta. Na relargada, Franchitti passou Dixon, Scott devolveu na volta seguinte, Kanaan e Ed Carpenter se aproximaram do bolo principal, Wilson e Sato permaneciam lá, e as 500 milhas começaram com fortes duelos. Carpenter progredia muito em sexto, quinto, quarto, terceiro posições até rodar.

Daí na volta 184, Kanaan, quarto, deu um salto à liderança que fez a plateia de 200 mil pessoas vibrar. Franchitti deu o troco na 185 e parecia abrir uma distância confortável, mas Tony voltou à ponta na 187, e aí Andretti fez o favor de escapar na curva 3, bater e provocar mais uma paralisação por amarela. Faltando seis voltas para o final, os dois carros da Ganassi aproveitaram o vácuo e deixaram Tony para trás. Franchitti e Dixon passaram a ser os favoritos à vitória. Só que Sato também superou o brasileiro e foi para disputa. E foi o piloto japonês quem definiu a corrida a favor do escocês na corrida.

Porque Sato foi para segundo na volta 198 e na abertura da passagem seguinte ele enfiou o carro por dentro para tentar superar Franchitti num espaço mínimo deixado pelo escocês. Aí Sato rodou e bateu e acabou com a expectativa de um ex-piloto da F-1 ganhar a Indy 500. Dixon fechou a dobradinha da equipe mais vencedora da Indy nos últimos tempos. Atrás de Kanaan terminou Oriol Servià, da Panther, que andou a corrida toda no pelotão intermediário. A quinta posição coube ao pole Briscoe. E Dario Franchitti vai escrevendo seu nome como um dos grandes vencedores da Indy em todos os tempos.

Fonte- Site Grande Prêmio

Mark Webber vence G.P de Mônaco como 6º vencedor diferente na F-1

A corrida começou confusa na largada onde a dupla da Ferrari com Fernando Alonso e Felipe Massa além de Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen se deram bem e ganharam posições, enquanto Michael Schumacher caia para o oitavo lugar. O incidente do piloto da Lotus Romain Grosjean que também envolveu-se na confusão, Kamui Kobayashi e Pastor Maldonado que largou em último devido a troca do câmbio e uma punição no treino classificatório perdendo dez lugares e batida no carro do espanhol Pedro de la Rosa. Com isso, foi acionado a entrada do safety car, e a ordem se manteve inalterada na relargada. Os comissários de prova investigaram aqueles que passaram por dentro da curva sainte devote a fim de evitar acidentes na primeira volta, mas decidiram não punir nenhum piloto.

Naquele momento, com 25 voltas completas, a expectativa das equipes vinha dos céus. Isso porque a meteorologia apontava previsão de chuva em poucos minutos na região do principado. Muito por causa da possibilidade de pista molhada, os times retardaram ao máximo as trocas dos pneus. A Mercedes preferiu não esperar pela chuva e trouxe Rosberg para os boxes. O piloto da Mercedes trocou os pneus supermacios, pelos macios e voltou em sexto lugar, pouco à frente do pelotão liderados por Raikkonen. O grupo tinha, além de Schumacher, Nico Hulkenberg, Bruno Senna, Paul di Resta, Daniel Ricciardo e até mesmo Heikki Kovalainen, que vinha em 13º com sua Caterham. No giro seguinte, foi a vez de Webber e de Lewis Hamilton fazerem seus respectivos pit-stops.

Com as trocas de pneus, Alonso subiu para primeiro, enquanto Massa em segundo e Vettel completando os três primeiros naquele momento. A Ferrari seguiu a mesma tática das equipes rivais e chamou Alonso para os boxes na abertura da volta 30. O trabalho de pit-stop da equipe italiana foi tão bom trabalhado que o espanhol conseguiu voltar à pista à frente de Hamilton, na quarta colocação. Na volta seguinte foi a vez de Massa efetuar sua parada. Mesmo com o bom trabalho da Ferrari, o brasileiro voltou em sétimo, atrás de Schumacher. Dentre os ponteiros, Vettel foi o único que indicou estar com uma tática diferente. Por ter largado com pneus macios, contra a maioria que iniciou a corrida com supermacios, o atual bicampeão ficou mais tempo na pista e, mesmo com os compostos desgastados, conseguia imprimir um ritmo muito bom e mais rápidos em relação aos pilotos que já tinham feito suas paradas.

Já Schumacher tentou retardar o quanto pôde sua parada, mas, com o ritmo bem mais lento, teve de fazer seu pit-stop. A Mercedes fez a mais rápida troca de pneus do ano até o momento. O veterano das pistas voltou em nono, à frente do francês Jean-Éric Vergne. Sérgio Pérez, que vinha com bom rendimento ao longo da prova, praticamente encerrou sua chance de chegar nos pontos na 37ª volta. O mexicano cruzou a trajetória de Raikkonen, que estava em direção aos boxes, impedindo assim que o piloto finlandês fizesse sua parada. Punido, o jovem teve de cumprir um drive-through e voltou em 18º lugar, logo atrás do francês Charles Pic da equipe Marussia. Vettel resistiu por 46 voltas com o pneu macio, até que a Red Bull o chamou para os boxes.

Em grande estratégia, a escuderia taurina fez o pit-stop e colocou o alemão, com pneus supermacios, na quarta colocação, à frente de Hamilton, e em posição de lutar pelo pódio com Alonso. A disputa pela ponta era muito equilibrada. Com 50 voltas na prova, a diferença entre o líder, Webber, e o sexto colocado, Massa, era de apenas cinco segundos de desvantagem. A diferença entre cada um dos seis primeiros era sempre de menos de um segundo e três décimos (1,3). Webber conseguiu abrir um pouco de vantagem sobre Rosberg, que conseguiu se posicionar quase três segundos de Alonso.

Entre o espanhol com o terceiro posto, e seu companheiro Massa, em sexto, a diferença era mínima. Alonso, Vettel, Hamilton e o piloto brasileiro formavam o pelotão mais importante da corrida, quando faltavam 21 voltas para o final, mas não havia efetivamente uma briga por posição. Bruno Senna estava em ritmo razoável, na 12ª colocação, e tinha uma missão quase impossível de ultrapassar Raikkonen, bem mais lento que o competidor da Williams. Na sequência da corrida, Schumacher avisou a equipe Mercedes que tinha um problema mecânico. De imediato, o heptacampeão perdeu rendimento e se arrastar na pista, despencando na tabela da classificação.

Além de ter sido superado por um surpreendente Vergne, Michael Schumacher foi ultrapassado com extrema facilidade pelas Force Indias de Di Resta e Hülkenberg e por Raikkonen e Senna que vinham logo atrás. Na volta 65, o heptacampeão abandonou a competição onde venceu por cinco vezes. Por um lado a Mercedes lamentava o fim precoce da corrida de Schumacher, por outro a equipe alemã começou a se animar com a aproximação de Rosberg pela liderança. Webber começou a perder terreno volta após volta e o reflexo do carro de Nico era cada vez maior no retrovisor da Red Bull. E para colocar ainda mais emoção em uma corrida até então monótona, começou uma chuva leve, ainda discretamente, começou a se fazer presente no circuito monegasco.

Com isso, foi um final de corrida emocionante nas ruas do principado. Acreditando em chuva mais intensa nas últimas voltas em Mônaco, a Toro Rosso colocou em risco os pontos de Vergne e chamou o piloto para realizar a troca de pneus para os compostos intermediários. Jean-Éric voltou em 11º lugae e à frente de Kovalainen, que pilotava com bravura para manter a Caterham em 12º posição. O finlandês protagonizou duelos polêmicos com Jenson Button, que rodou na saída do s da piscina, e Pérez, que escapou na saída da sainte dévote, mas o piloto da Caterham teve um problema na asa dianteira que estava soltando e perdendo rendimento.

A tática da Toro Rosso se mostrou desastrosa na sequência da corrida, já que a chuva não veio forte para poder enxarcar as ruas. O gaulês perdeu a chance de conquistar o melhor resultado de sua carreira e proporcionou a Bruno Senna a chance de pontuar na pista onde seu tio, Ayrton, venceu por seis vezes e ser o maior vencedor do principado. O duelo entre os seis primeiros se estendeu e Mark Webber venceu pela primeira vez no ano e com a vitória a categoria tem um novo recorde desde 1983 quando cinco pilotos venceram as cinco primeiras provas, agora são seis vencedores diferentes nas seis provas realizadas. Nico Rosberg e Fernando Alonso completaram o pódio e Felipe Massa ficou na sexta posição- melhor resultado do piloto brasileiro na temporada.

A próxima corrida será no circuito de Montreal, no Canadá no campeonato mais equilibrado da história.